Na noite desta segunda-feira, 19 de abril, uma reunião virtual no final da tarde, contou com representantes do poder público municipal, dirigentes das escolas de samba, com o Presidente Richer Kniest da UECGAPA, com o Presidente Mauricio Nunes, da UESPA e imprensa local. O encontro foi mediado pelo Secretário Municipal Adjunto da Cultura, Clóvis André da Silva.
A SMC e Parcerias Estratégicas apresentaram o projeto, que deverá revitalizar o Complexo Cultural do Porto Seco, que prevê a construção de duas arquibancadas com capacidade para 2500 pessoas cada. Será agregado a essa estrutura um posto do CREAS e do CRAS, da Guarda Municipal, uma academia básica de saúde, entre outros propostas que estão sendo avaliadas, o custo gira por volta de 24 milhões, vale ressaltar que o projeto é parte original de uma proposta concebida em 2003, orçada em 130 milhões, a apresentação do projeto foi feita pelo Engenheiro Eletricista, Fernando Pimentel, que destacou que este projeto deveria ficar pronto em 24 meses.
Entretanto, há um projeto conceitual desenvolvido em parceria com a CEPORTO, em 2020, baseado na realidade atual do carnaval com dimensões e materiais mais simples, que contempla os 341 metros da pista de desfile com capacidade total de dez mil metros, uma área útil embaixo das arquibancadas de 6180 metros quadrados, que poderá abrigar outros equipamentos sociais além dos apresentados pela Prefeitura, como por exemplo: creches, lotérica, farmácia entre outros a um custo de 33 milhões de reais.
Diversas questões foram questionadas, entretanto novas reuniões serão realizadas, para que todos os assuntos sejam amplamente abordados, foi solicitada ainda a apresentação do projeto finalizado realizado em 2020, para avaliação do mesmo.
Sobre o Complexo:
O Complexo Cultural do Porto Seco foi constuido em uma gleba de 21,47 hectares, fazendo limite pela divisa Norte com um parque com área aproximada de 6,48 hectares, pela divisa Sul com a Avenida 1937, pela divisa Leste com a Rua 1939, e pela divisa Oeste com os fundos dos lotes do Porto Seco.
Em seu projeto inicial já havia o planejamento de uma construção com possibilidade real de se ter ali no Complexo, além de abrigar os Evento Carnaval, nas demais épocas do ano, seriam atividades compatíveis com os espaços gerados, em especial sob as arquibancadas, conforme relacionado em quadro da planta apresentada na época, de Implantação, o local teria ainda, Centro de Referência Étnica, Museu do Carnaval, Oficinas Culturais e Cursos Profissionalizantes, Segurança Pública, Policlínica, Restaurante-Escola, Salas de Teatro para apresentações e ensaios, Praça de Alimentação. A escolha pelo Porto Seco, na Zona Norte, para ser o berço do samba, foi aceita com total apoio da comunidade, após se discutir diversos locais.
Imagens, printer da tela de apresentação:




















