A Sociedade Recreativa Beneficente Tribo Carnavalesca Comanches abriu a segunda noite de desfiles no Complexo Cultural do Porto Seco neste sábado (24/02).
A Nação Comancheira elaborou o enredo “Nos Encantos das Matas e das Flores, os Comanches Vivem a História da Mais Bela Flor, Açucena”.
O tema teve a assinatura de um baluarte do samba e do carnaval de Porto Alegre: Eugênio Alencar, o Mestre Paraquedas, também compositor do hino.
História:
As festas carnavalescas em Porto Alegre trazem referências aos indígenas desde a década de 1940. A Capital chegou a ter 17 agremiações denominadas tribos, com variadas denominações como Charruas, Tupinambás, Xavantes e até as norte-americanas Navajos e Comanches, a remanescente daquela época.
Uma das principais distinções entre uma tribo e uma escola de samba é a encenação quando o desfile é interrompido. É um momento que lembra um ritual indígena, mas quando havia competição era um critério de avaliação. Outra diferença entre a tribo e a escola é na música apresentada. Na escola é o samba-enredo e na tribo é o hino, com características poéticas e que desenvolve uma narrativa. O espaço da sede e dos ensaios também é diferente. Enquanto a escola de samba trabalha na quadra, a tribo ensaia na taba.








