DEFINIDOS OS ENREDOS DO GRUPO OURO PARA O CARNAVAL 2027
PORTO ALEGRE | PAINEL DA FOLIA
O álbum de enredos do Grupo Ouro de Porto Alegre para 2027 está completo.
A safra aposta em reflexões sociais necessárias, como o combate à misoginia e a valorização das mulheres pretas, além de homenagens a grandes líderes locais e celebrações da cultura afro-brasileira.

ACADÊMICOS DE GRAVATAÍ: “O Folclore que a África Não Viu” – Propõe um olhar sobre as contribuições dos povos africanos para a formação da cultura popular brasileira.

BAMBAS DA ORGIA: “Do Silêncio que Ecoa, Ergue-se o Grito de Bambas: Basta à Misoginia!” – A proposta coloca na avenida um posicionamento direto contra as violências, dando voz às mulheres historicamente silenciadas.

COPACABANA: “Saberes da Lua: A Voz que o Fogo Não Apagou” – Na figura simbólica da bruxa, o tema resgata o percurso das mulheres perseguidas ao longo dos séculos, por seus conhecimentos e práticas culturais.

ESTADO MAIOR DA RESTINGA: “Olomi Oxum” – Uma narrativa focada na força feminina e na espiritualidade de matriz africana.

FIDALGOS E ARISTOCRATAS: “Legado Africano” – Uma viagem pela África como território de origem, fé, sabedoria, arte e resistência, destacando civilizações, ritos, símbolos, orixás e formas de conhecimento que atravessaram gerações.

IMPERADORES DO SAMBA: “Betinho: Eu Vim Para Vencer” – Homenagem a Roberto Corrêa Barros, presidente da escola entre 1993 e 2002 e responsável por uma era de conquistas que rendeu sete títulos em nove anos.

UNIÃO DA TINGA: “Dandara dos Palmares – A Força de um Povo, o Grito de Liberdade” – O tema une história, denúncia social e valorização da mulher negra, destacando ainda a educação como instrumento de transformação social e de conquista de direitos.

UNIDOS DE VILA ISABEL: “Afòṣé Lónìí – Não Houve Silêncio, Há Resistência!” – Aborda o afoxé, o “candomblé de rua”, como expressão cultural e religiosa afro-brasileira que une música, tradição e identidade coletiva.
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